Esta história conta, sem palavras, as aventuras de uma menina que cria um menino a partir do seu desejo e de um coração. E as desventuras de um menino em suas batalhas.
Tudo acontece em um momento inventado, antes da palavra falada: na expressão de memórias construídas sobre o amor, nos mitos que circundam os romances, na busca constante de ser completo, inteiro.
Na matemática, Z simboliza o inteiro. Em nosso universo, o coração simboliza o amor. Nesta ação animada, a menina cria o menino, navega, e se enreda na profundeza das águas.
Z – é uma peça solo, com autoria de Luciane Figueiredo, de multilinguagens. Em cena temos um teatro, que contracena com projeções, teatro de animação, teatro de sombras, animação de imagens e dança.
Em um ambiente cercado de águas, uma “cama-barco” se desloca e se transforma, convidando o espectador a construir histórias de amor e de guerra . Os “encontros e desencontros” em nossa contemporaneidade passam por esta liquidez, bem colocada por Zygmunt Bauman quando diz que eles (os encontros) nos escorrem pelas mãos. Em Z não é diferente, tudo é invadido pelas águas. Este novo modelo de relação, é representado por meio de símbolos e imagens. Em uma leitura que se aproxima à leitura de um sonho, onde temos que compor suas partes com nossa imaginação.
Um conto de fadas contemporâneo, que rompe a ditadura do “cor-de-rosa”, e garante o “felizes para sempre” se você construir assim.

Ficha técnica:
Direção e atuação: Luciane Figueiredo
Trilha Sonora: Cesar Sarti
Cenário: Gelson Amaral
Iluminação: Luiz Nobre
Bonecos: Alfredo Gomes e Luciane Figueiredo
Desenhos: Tai Gomes
Figurino: Giovana de Salles e Geraldine Marie
Vídeos: Lucas Cosbor Fotografia: Cayo Vieira
Assessoria de Imprensa: José de Melo
Site: www.projetoz.org
fonte: Assessoria de Imprensa Z