Setembro começou e tem peça de teatro para levar as crianças no domingo de manhã com entrada franca, no Teatro do Piá.
As Infindáveis Versões do Capuchinho e do Lobo Mau
Dia 06/09 (domingo) às 11h | Ingressos distribuídos 30min antes de cada sessão – sujeito à lotação;
Gratuito e livre para todos os públicos.
“As Infindáveis Versões do Capuchinho e do Lobo Mau” é um espetáculo de animação de bonecos e objetos destinado a todo tipo de público, onde o ator Evaldo Barros parte do conto tradicional “Chapeuzinho Vermelho” de Charles Perrault, para apresentar de várias maneiras a mesma história. No início o ator começa pela leitura do conto e depois passa para a narrativa, interpretando todos os personagens. Depois a mesma história é apresentada com bonecos e objetos de uso quotidiano como legumes, óculos e sapatos. Com o objetivo de despertar a imaginação de crianças, jovens e adultos, o espetáculo acaba por criar diversas possibilidades de interpretação e de apresentação de um mesmo conto. A Cia Caçuarte surgiu em junho de 2003 com a direção geral de Manoel Kobachuk. Desde então realizou uma infinidade de atividades artísticas, montagens teatrais e outros eventos. Em diversas ocasiões durante este percurso, Evaldo Barros colaborou com a Cia. Em 2014, ao regressar de Portugal, depois de 14 anos, ingressou definitivamente para a companhia. Com a saída de Manoel Kobachuk, que se retirou da cena teatral, Evaldo Barros assumiu a gestão dos trabalhos. Hoje o currículo do ator bonequeiro, diretor e ator se mescla com o currículo da Caçuarte.
Ficha técnica
Texto: adaptação livre da obra de Charles Perrault
Direção, produção e bonecos: Evaldo Barros
Elenco: Evaldo Barros
Figurino: Claudio Miiller
Técnica: ator e manipulação de objetos
O Chinês e o Dragão
Dias 13, 20 e 27/09 (domingos) às 11h | Ingressos distribuídos 30min antes de cada sessão – sujeito à lotação;
Gratuito e livre para todos os públicos.
Algumas histórias são contadas sem palavras. A história de Chan, o chinês é uma destas. O frio congela o lago e ele não pode mais pescar. A peça O Chinês e o Dragão foi inspirada no livro “Góru el mágico” da mexicana Natália Armienta além de outras histórias entrelaçadas na cultura chinesa. O espetáculo mergulha nas profundezas do silêncio para revelar emoções que ultrapassam as barreiras da linguagem. Release: Explorando as fronteiras do teatro de animação O Chinês e o Dragão é uma obra que mescla diversas técnicas, como manipulação direta, sombras e varas, entrelaçadas a dança contemporânea e as artes marciais. Inspirado em contos voltados para o público infantil, enraizados em ensinamentos zen, o espetáculo transporta o público para os cenários da China. Fala das diferenças dos seres e de suas aceitações, das passagens de tempo, da contemplação e das sutilezas. O universo criado em O Chinês e o Dragão, sensibiliza nossa percepção. Mostra um tempo desacelerado, um cotidiano que é ao mesmo tempo simples e extraordinário. O Chinês é pescador. O inverno é muito rigoroso na China e congela o lago. Neste cenário de adversidades, temos uma história de superações e encontros.
Ficha técnica
Direção artística, direção de encenação, concepção e atuação: Luciane Figueiredo Direção de cenas: Cláudio Fontan
Trilha Sonora: César Sarti
Figurino: Amabilis de Jesus
Cenário: Alfredo Gomes
Pinturas: Isabele Linhares
Vozes em OFF: Ranieri Gonzales e José de Melo Produção: CórtexArte
Técnicas utilizadas: Teatro de Animação, dança, artes marciais, manipulação direta, sombras e varas.
Classificação indicativa: Livre para todos os públicos.
Duração do espetáculo: 40 minutos.
fonte: Fundação Cultural de Curitiba
A programação e as informações descritas neste post estão sujeitas a alterações sem aviso prévio por parte da produção do evento.


